¡¡¡ BIENVENIDOS !!!

Fonoaudiología activa desde 2000... con el ánimo de proveer información a los Fonoaudiólogos y estudiantes. Minibiblioteca de artículos recientes. Fonoaudiologos trabajando la deglución desde hace mas de 70 años...
Mostrando entradas con la etiqueta diagnosticos. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta diagnosticos. Mostrar todas las entradas

jueves, 28 de febrero de 2019

Termografia clínica a nivel orofacial

La termografía clínica es una gran ayuda para el diagnóstico y un apoyo terapéutico a nivel orofacial, no sólo larínge se puede analizar con estas ayudas.
A termografia é a tecnologia do registro gráfico por detecção da radiação infravermelha (IR) com pontos para comparações de temperatura. Para Kim (2015), na área da biotecnologia e ortodontia, a termografia colabora com o diagnóstico de danos em nervos faciais comparando sintomas clínicos e diferença de temperatura superficial corporal, como resultado do fluxo sanguíneo alterado nas áreas lesionadas, além da detecção de IR emitida pelo corpo. Hipócrates (400 a.C.) mencionou a importância da avaliação da temperatura no corpo humano, utilizando suas assimetrias, para auxiliar no diagnóstico e prognóstico de disfunções. A nova tecnologia se enquadra como um método não invasivo, indolor e sem contato físico bastante utilizado na recente área biomédica (ANBAR, GRATT e HONG, 1998). As disfunções temporomandibulares (DTM) acontecem na articulação da face, na união da mandíbula com o osso temporal (crânio). Sendo essa articulação uma das mais complexas do corpo humano, permite movimentos de rotação e translação na região facial. As disfunções da articulação temporomandibular (ATM) atingem cerca de 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do I Congresso em DTM e Dor Orofacial de São Paulo, realizado no ano de 2010. O problema acontece quando a complexa articulação que movimenta a mandíbula não funciona de forma eficaz. O diagnóstico comum é feito, muitas vezes tardiamente, por um ortodontista após o paciente apresentar lesões no nervo mandibular, extração do terceiro molar mandibular ou dores orofaciais, além do desgaste dos dentes. Este artigo apresenta um procedimento de coleta de informações termográficas de pacientes que apresentam quadro de disfunção da região mandibular, para comparação com pacientes sem o diagnóstico de disfunções. É apresentada uma metodologia de aplicação da tecnologia, seguindo um padrão sugerido pela bibliografia, para verificação de possível utilização dos resultados encontrados, a fim de auxiliar no diagnóstico de DTM e doenças orofaciais de forma mais eficaz que o procedimento utilizado hoje na área da ortodontia. Em segundo plano objetiva-se também empregar as imagens termográficas para comparação de assimetria facial, regiões com variações de temperatura, posicionamento correto da mordida e sugestões de tratamento das desordens faciais. Os resultados encontrados garantem a repetibilidade dos testes e sugerem que a prática da tecnologia apresentada é eficaz para o grupo submetido a análise.

miércoles, 27 de febrero de 2019

Sobre el uso y abuso de exámenes diagnósticos

Este es un estudio interesante sobre los excesos en paraclínicos diagnósticos. No todo paciente con disfagia necesita una VF o una FFEST.
....Los exámenes diagnósticos son herramientas de ayuda para la decisión clínica. Se dice que su uso es adecuado o apropiado si el resultado responde a la pregunta que el clínico se había hecho antes de su solicitud y, al mismo tiempo, si le sirve para decidir alguna acción terapéutica que beneficie al paciente.8 Por tanto, se considera como uso inapropiado la solicitud de magnitudes que aportan información escasa o nula para la decisión clínica, o la omisión de otras cuyo resultado sería relevante para el proceso en cuestión.
La MBE se refiere a la práctica médica que combina la valoración crítica de la evidencia científica disponible, con la propia experiencia profesional; asimismo, incluye las pruebas diagnósticas, ya que son parte importante del proceso de toma de decisiones, a la vez que constituye una herramienta de gran utilidad en el diagnóstico clínico.9
La medicina de laboratorio basada en la evidencia (MLBE) combina la epidemiología clínica, la estadística y las ciencias sociales con la bioquímica clásica y la molecular, para mejorar de esta manera tanto la efectividad como la eficiencia de las pruebas de laboratorio, de modo que integra en la decisión clínica, la mejor evidencia que se tiene para el uso del laboratorio con la experiencia clínica de los médicos, así como también con las necesidades y expectativas de los pacientes.10
Como bien se plantea, hay muchos pacientes parecidos, pero todos son diferentes; hecho que resulta de gran importancia para entender la relación entre la investigación clínica y la práctica médica. 11,12.....
“Siempre hay que pensar en beneficio del paciente. No se puede sólo tomar una decisión clínica si los signos y síntomas del paciente no coinciden con los paraclínicos, en ese caso se repiten los paraclínicos”. GCR
LEON RAMENTOL, Cira Cecilia; RIVERO FEXAS, Guillermo; LOPEZ MACHADO, Mavel y RODRIGUEZ SOCARRAS, Isis Patricia. Uso irracional de las pruebas de laboratorio clínico por parte de los médicos de asistencia. MEDISAN [online]. 2015, vol.19, n.11 [citado 2018-11-09], pp.1300-1308. http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1029-30192015001100001