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miércoles, 18 de septiembre de 2019

Aplicación de la termografía clínica

La termografía infrarroja (TIR) constituye una herramienta sencilla, no invasiva, biosostenible y de bajo coste, que facilita datos muy valiosos para determinar si continuar o no con estudios más específicos. Dado que no utiliza radiaciones de ningún tipo, puede utilizarse en niños y embarazadas sin riesgo alguno. Además, puede repetirse tantas veces como sea necesario, con garantías en cuanto a la repetitividad de los resultados. Esta técnica no desplaza a otras pruebas diagnósticas, sino que las complementa, y proporciona al profesional una información más funcional en relación a la patología o a las lesiones que sufren los pacientes. La TIR permite, con el simple gesto de tomar una fotografía o un vídeo, el registro sin contacto de la energía que irradia el cuerpo humano2. Esta técnica comenzó a utilizarse en el ámbito médico en los años 60, pero debido a los malos resultados como herramienta diagnóstica y a la falta de protocolos estandarizados dejó de utilizarse por disponer de otras técnicas diagnósticas más precisas2. La radiación infrarroja emitida por los cuerpos en virtud de su temperatura es captada y cuantificada por sensores que detectan este tipo de radiación y la convierten en imágenes electrónicas que pueden ser visualizadas, digitalizadas y registradas.
Una cámara termográfica es un dispositivo que, sin entrar en contacto con el objeto (técnica no invasiva), detecta la energía infrarroja y la convierte en una señal eléctrica que luego es procesada en una imagen térmica en un monitor para realizar el análisis a partir de las diferentes temperaturas. La imagen obtenida en la TIR puede considerarse como un mapa térmico del área que se estudia, que revela las condiciones fisiopatológicas asociadas a distintos trastornos. Su aplicación médica se fundamenta en la fisiología térmica humana y en las bases fisiopatológicas de termorregulación cutánea. Las proyecciones y los patrones térmicos fisiológicos han sido estandarizados, de manera que su aplicación en medicina está sujeta a estándares de calidad. En términos generales, fundamentalmente pueden valorarse dos aspectos: variaciones cualitativas del patrón térmico fisiológico y variaciones cuantitativas. Las variaciones cualitativas se aprecian ante alteraciones de la simetría térmica que caracteriza el patrón térmico fisiológico; las variaciones cuantitativas requieren la determinación de la temperatura del área de estudio y la existencia de una diferencia de temperatura superior a 0,2-0,3 ºC respecto al área térmica que rodea la zona estudiada o respecto a la misma zona en la mitad contralateral. La TIR difiere de los estudios radiográficos de imagen habituales en que, mientras estos ponen de manifiesto anomalías estructurales, la termografía permite obtener la expresión física de las alteraciones funcionales que justifican los síntomas de los pacientes. Así, las imágenes hipertérmicas aparecen cuando hay reacciones inflamatorias (aumenta el flujo sanguíneo por mayor activación celular), y se observan imágenes hipotérmicas cuando hay compresión o procesos degenerativos5. El tipo de alteración térmica depende de la intensidad del fenómeno biológico que esté ocurriendo, así como del tamaño y la profundidad del tejido involucrado. No revela alteraciones anatómicas, sino el estado de los tejidos6.
Application of Infrared thermography in legal medicine. Is it a valid test for an objective assessment of painful syndromes? Temporomandibular disorder. Eduardo Hidalgo Salvador Centro Integral de Medicina Legal y Forense Av. Gregorio Prieto, nº 15, 1º puerta 1. 29010 Málaga

jueves, 28 de febrero de 2019

Termografía clínica

Y para quienes creen que todo lo que se hace con equipos es invasivo, va la explicación de lo que es la termografía clínica:
O que é Termografia e como é usada na medicina?
A Termografia Clínica, também conhecida por termometria cutânea infravermelha é um método diagnóstico por imagem, que capta, registra e analisa o calor irradiado pela superfície do corpo (pele). Diversas disfunções e estados patológicos cursam com alterações na produção de calor e consequentemente na sua irradiação pela pele, permitindo dessa forma, a avaliação de estruturas internas. O profundo conhecimento de anatomia, fisiologia, patologia e semiologia, associado ao domínio da técnica, agregam muitas informações relevantes ao paciente.
Termografia substitui exames de imagem ?
A termografia é um exame funcional (avalia atividade metabólica), não substitui exames de imagem, como Raio X, Tomografia, Ressonância Magnética, Mamografia. A associação entre exames de imagem e a termografia podem trazer maiores subsidios ao diagnostico e por isso benefícios à saúde do paciente.
Contra Indicações?
Não há contra indicações. A termografia é um exame seguro, não invasivo, não radioativo, isento de contato, indolor, rápido, pode ser feito em crianças, adultos, idosos e gestantes. O exame não faz mal à saúde.
Como é feito o exame?
O exame se inicia com o preparo. Deve-se ficar atento para realizar um bom preparo, pois como exame ultra sensível, qualquer erro ou neglígência nessa etapa pode interferir negativamente na interpretação do exame. A Termografia de Corpo Total tem duração em torno de 1h. São analisados todos os territórios neurovasculares do corpo. Da cabeça à planta dos pés.
Termalização: Termalização é o tempo necessário para que a pele do paciente entre em equilíbrio térmico com a sala de exame. É uma etapa importante do exame e dura em torno de 15 minutos. Na clínica, a termalização se inicia na recepção, com o preenchimento da ficha clínica, prossegue no consultório médico e se completa na sala de exame.
Indicações:
A termografia é utilizada para avaliação geral do paciente. Através dos padrões térmicos que irradiam do corpo pela pele, conseguimos detectar disfunções orgânicas, processos inflamatórios agudos e crônicos, empregado no diagnóstico diferencial de dor, no registro de efeito de medicamentos, tratamentos e terapias diversos. É útil no diagnóstico de diversas disfunções e doenças em vários sistemas:
Avaliação térmica: Avaliação da temperatura central, Hipotermia e hipertermia, Febre em pacientes neutropênicos
Inflamações agudas: Atrite, Osteoartrite (artrose), Bursite, Tendinite, Epicondilite, Entesite, Herpes zoster, Infecção de Vias aéreas superiors, Amigdalite, Sinusite, Otite, Apendicite, Colecistite
Processos inflamatórios crônicos: Alergias diversas, Rinite
Alterações ortopédicas: Avaliação postural de escoliose, lordose, cifose, avaliação de tipos de pisada - neutro, pronado e supinada, deformidade dos joelhos: geno valgo e geno varo, Condromalácia, Disfunção miofascial, Espasmo muscular, Encurtamento muscular, Síndrome do túnel do carpo Ombro congelado, Discopatia, Hérnia de disco, Radiculopatia, Disfunção Têmporo Mandibular (DTM)
Estados dolorosos: Dor lombar, Síndrome de dor complexa regional (SDCR), Dor pélvica
Disturbios digestivos: Gastrite, Refluxo gastroesofágico, Sobrecarga hepatica, Disfunção intestinal, Disbiose
Alterações metabólicas: Disfunção tireoideana, Diabetes
Alterações neurologicas e neurovegetativas: Insônia, Identificação de neuropatias periféricas, Acidente Vascular Cerebral (AVC), avaliação geral do sistema neurovegetativo,
Alterações circulatórias: Avaliação de risco do pé diabetico, Obstrução de carótidas, Enxaqueca, Insuficiência venosa (varizes)
Ginecologia: Avaliação metabólica da mama (risco para Câncer de mama), Dominância Estrogênica
Pode ser usada como procedimento médico em especialidades médicas como: Cirurgia plástica: Identificação de artérias perfurantes para cirurgias reparadoras Cirurgia vascular: Avaliação da perfusão sanguínea, ajuda a definir indicação de amputação Terapia Intensiva: Avaliação de febre, sepse, evolução de feridas Medicina legal e do trabalho: utilizado em perícias judiciais, avaliação admissional e demissional, identificação de Lesões por Esforço Repetitivo (LER)
Acupuntura termoguiada: Identificação de pontos de acupuntura pela termografia

Termografia clínica a nivel orofacial

La termografía clínica es una gran ayuda para el diagnóstico y un apoyo terapéutico a nivel orofacial, no sólo larínge se puede analizar con estas ayudas.
A termografia é a tecnologia do registro gráfico por detecção da radiação infravermelha (IR) com pontos para comparações de temperatura. Para Kim (2015), na área da biotecnologia e ortodontia, a termografia colabora com o diagnóstico de danos em nervos faciais comparando sintomas clínicos e diferença de temperatura superficial corporal, como resultado do fluxo sanguíneo alterado nas áreas lesionadas, além da detecção de IR emitida pelo corpo. Hipócrates (400 a.C.) mencionou a importância da avaliação da temperatura no corpo humano, utilizando suas assimetrias, para auxiliar no diagnóstico e prognóstico de disfunções. A nova tecnologia se enquadra como um método não invasivo, indolor e sem contato físico bastante utilizado na recente área biomédica (ANBAR, GRATT e HONG, 1998). As disfunções temporomandibulares (DTM) acontecem na articulação da face, na união da mandíbula com o osso temporal (crânio). Sendo essa articulação uma das mais complexas do corpo humano, permite movimentos de rotação e translação na região facial. As disfunções da articulação temporomandibular (ATM) atingem cerca de 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do I Congresso em DTM e Dor Orofacial de São Paulo, realizado no ano de 2010. O problema acontece quando a complexa articulação que movimenta a mandíbula não funciona de forma eficaz. O diagnóstico comum é feito, muitas vezes tardiamente, por um ortodontista após o paciente apresentar lesões no nervo mandibular, extração do terceiro molar mandibular ou dores orofaciais, além do desgaste dos dentes. Este artigo apresenta um procedimento de coleta de informações termográficas de pacientes que apresentam quadro de disfunção da região mandibular, para comparação com pacientes sem o diagnóstico de disfunções. É apresentada uma metodologia de aplicação da tecnologia, seguindo um padrão sugerido pela bibliografia, para verificação de possível utilização dos resultados encontrados, a fim de auxiliar no diagnóstico de DTM e doenças orofaciais de forma mais eficaz que o procedimento utilizado hoje na área da ortodontia. Em segundo plano objetiva-se também empregar as imagens termográficas para comparação de assimetria facial, regiões com variações de temperatura, posicionamento correto da mordida e sugestões de tratamento das desordens faciais. Os resultados encontrados garantem a repetibilidade dos testes e sugerem que a prática da tecnologia apresentada é eficaz para o grupo submetido a análise.